Essa é a pergunta que muita gente fez — mas ninguém sabia a verdade.
A minha história não começou no luxo. Começou no sacrifício.
Eu acordava 5 horas da manhã pra ir pro Brás comprar mercadoria, e às 5 da tarde eu virava motoboy no Habib’s, rodando até 4 da manhã.
Era assim todos os dias.
Dormir era detalhe. Trabalhar era sobrevivência.
Entre essa correria maluca, eu vendia minhas primeiras camisetas dentro do Senai. Três por mês. Três. Era pouco — mas era o começo da faísca.
Pouco tempo depois, a faísca virou incêndio.
A Manos & Marcas explodiu. Eu passei a vender mil camisetas por dia, meu site faturou R$ 2 milhões em seis meses, eu abri loja, estoque gigante, e tinha 14 funcionários trabalhando comigo.
As roupas me levaram pra um nível que eu nunca sonhei:
Com 21 anos, eu tinha carros de luxo, carros lançamento, motos lançamento… uma vida que muita gente leva 40 anos pra construir.

E além disso, eu ensinei milhares de pessoas a vender online, a fazer tráfego pago, e muita gente tirou diploma, abriu negócio e mudou de vida com o conhecimento que saiu de mim.
Só que crescimento sem controle cobra caro.
Eu perdi duas páginas gigantes: uma com 130 mil e outra com 200 mil seguidores.
Foi como tomar dois tiros nas costas enquanto tentava correr.
Depois, dentro da loja, aconteceu algo grave. Algo que me destruiu.
E eu não “fechei” a Manos & Marcas — eu abaixei as portas.
Me calei. Sumi.
Dei tempo ao tempo pra não destruir o que restava de mim.
Mas o sumiço não foi o fim.
Foi o reset.
Depois que saí da loja, explodi como influencer.
Ganhei carro, moto, reconhecimento, números gigantescos.
Construi tudo de novo — mas dessa vez mais forte, mais esperto e mais consciente.


De 2021 até 2026, eu me reconstruí no silêncio.
Me preparei.
Aprendi o que faltava.
Corrigi os erros que me derrubaram.
E hoje eu volto diferente.
Volto mais perigoso.
Volto mais completo.
Volto com a Manos & Marcas renovada, estruturada, profissional e pronta pra ser maior do que nunca.
Agora é outro jogo.
Agora ninguém derruba.